O nariz de Luís e a barba do cabra
Cabeça de pedra de homem com barba do Palácio Al-Hir Al-Gharbi Recentemente, em um curso de capacitação, me vi diante de um debate um tanto polêmico, pelo menos para mim. Um daqueles assuntos sobre os quais não se chega a um denominador comum, como futebol, política ou religião. De repente, durante uma aula do curso de relações interpessoais ofertado pela instituição onde trabalho, o professor abordou o aspecto “aparência” como fundamentalmente importante para uma boa relação e uma comunicação eficiente no ambiente de trabalho. Impecável nos trajes e no penteado, ele foi categórico no conceito e deu exemplos de como a “má aparência” pode influenciar negativamente nos objetivos profissionais. Eu, que estava razoavelmente barbeado, cabelo mais ou menos e a roupa até que não estava das mais amassadas, acompanhei, a contragosto, os meus colegas que nem ensaiaram uma discussão, quiçá uma contradição em defesa dos menos preocupados com a aparência. Pensei que tinha fugido de uma exposi...